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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

O MEU INÍCIO DE OUTUBRO NO FURADOURO

No início de Outubro, antes da data de mais um Acampamento para onde eu ía, deixei Braga, no dia 05, com destino ao Furadouro acompanhada das minhas patudas.

Apesar de ter saído de Braga com alguma chuva e as previsões não serem muito boas tudo correu bem e cheguei rápido ao Parque do Furadouro onde me instalei.





Logo no dia seguinte, terça-feira, chegaram alguns companheiros que, tal como eu, tinham optado por ir bem cedo ...


Passei uns dias bem fixes naquele sossego, passeando pois o tempo estava bom.
Também como estava bem instalada e  tinha tudo o que era necessário para fazer o que habitualmente faço na internet, passava muito tempo nas minhas ocupações "informáticas" e de fotografia que é o que gosto de fazer. A televisão também ajuda mantendo-nos sempre informados.




Às patudas... nem vale a pena perguntar ! Elas adoram e estão sempre prontas para se meterem na autocaravana e então andar pelos pinhais, brincando, nem se fala.




Destes dias decorridos antes do Acampamento e alguns passeios podem ser vistas algumas fotos AQUI

Depressa o Parque começou a ficar mais preenchido e na sexta-feira, dia 09, teve início o 12º Acampamento de Outono do Clube de Campismo de S. João da Madeira.


A abertura da Recepção deu-se a partir das 10H da manhã.



À noite, cerca das 21H teve lugar a Noite Musical, animada por um Conjunto.





No Sábado, dia 10, às 11.30H foi a Inauguração do Acampamento, o Hastear das Bandeiras e a Troca de Lembranças.







Nesse dia, à tarde realizaram-se jogos tradicionais e às 19.30H teve lugar o Beberete seguido do Fogo de Campo.








Pelas diversas fotos e videos poderão ver ao pormenor como decorreu o Fogo de Campo e a queimada que no fim nos deliciou a todos, feita pelo companheiro Adão.





No domingo, dia 11, o último dia do Acampamento, pela manhã, houve ainda a final dos jogos, e cerca das 11.30H teve lugar o Encerramento precedido da entrega de prémios aos vencedores dos jogos tradicionais.











A Despedida custa sempre mas é linda "É só até à vista, companheiros "


Toda a minha reportagem de fotos e videos poderá ser vista clicando AQUI

terça-feira, 22 de setembro de 2015

AUTOCARAVANISMO EM SETEMBRO

Durante este mês são vários os Acampamentos marcados portanto vou fazer um breve resumo daqueles em que participo, com o título e local de cada um, algumas fotos e o "caminho" (link)  para as respectivas reportagens completas.
Não será tão cansativo e dará a possibilidade a quem quiser rever ou ver o que se passou.



No dia 07 de Setembro deixei Braga na minha autocaravana, mais as minhas patudinhas pois já estava há muito sem sair, por motivos familiares que me retiveram em Braga e me impediram de estar presente no Acampamento do CCCAlmada, em Mil Regos e que teve lugar na primeira semana do mês.

Parti então para participar no Acampamento do Clube de Campismo do Barreiro que teve lugar na Arrábida, no Parque dos Picheleiros, de 11 a 13.






O Acampamento foi muito bom, gostei muito e fiquei muito contente pois recebi um "troféu" - "Campista de Mais Longe"... Aqui estou eu com o companheiro Godinho no momento em que recebi o troféu.



Todas as fotos e videos deste Acampamento podem ser vistas clicando AQUI


Depois dos Picheleiros, seguia-se o 14º Acampamento do Alto Tâmega, de 18 a 20, em Chaves e portanto fui passeando, fazendo uns desvios e subindo rumo ao Norte.

No dia 16, quarta-feira, cheguei ao Parque de Campismo da Quinta do Rebentão, onde ía ter lugar o citado Acampamento.




Foi igualmente um bom Acampamento que correu muito bem numa quinta linda que nos proporcionou uns passeios excelentes.




A reportagem completa do Acampamento de Chaves podem vê-la clicando  AQUI


Após Chaves rumei a casa por uns dias, uma semanita, nem isso... pois o companheiro Adão tinha-me convidado para participar na Desfolhada, Convívio organizado para os sócios, familiares e convidados do Clube de Campismo e Caravanismo de Matosinhos e que se ía realizar em Bragadas (Ribeira de Pena) nos dias 25, 26 e 27.

Assim, na sexta-feira, dia 25, lá fui ter com eles a Bragadas.




Foi um Convívio Campista muito agradável, num ambiente quase familiar, com um tempo magnífico pois esteve bastante calor que convidava a uns bons banhos na magnífica piscina do Parque.



Na animada Desfolhada aqui estou eu também a desfolhar o milho na busca de uma espiga vermelha, o milho-rei ! Eu não encontrei nenhuma ...



Tenho uma reportagem completa que fiz e que pode ser vista AQUI


ENCONTRO DO BUÇACO 2015


Realizou-se, como habitualmente, no primeiro domingo de Setembro (dia 6) o Encontro do Planalto, Encontro de Moçambicanos, na Cruz Alta - Buçaco.

Estava um dia muito agradável de sol e calor pelo que o pic-nic soube ainda melhor.

Ficámos muito contentes pois este ano juntou-se um número considerável de "chamuares" e, como sempre, houve surpresas... 
Desta vez a alegria enorme de poder rever e abraçar uma amiga do coração, colega de Escola e de juventude que está há décadas no Brasil e este ano estava em Portugal e não faltou ao convívio onde pôde encontrar-se com muitos de nós. 

Aqui estou eu com a sempre linda e simpática Cacilda Ramos...




Foi mesmo muito bom este encontro e deixou-me muito feliz pois embora nos "falemos" assiduamente no facebook não nos víamos desde que nos tínhamos separado na nossa Beira, Moçambique.

Íam chegando... juntavam-se mais chamuares aos habituais, aqueles que nunca faltam, sempre presentes, como é o caso do casal Hermes Cruz, Marília Nunes e mãe e outros.
Este ano também reapareceu a São e marido que apesar de viverem em Monte Gordo fizeram coincidir uma vinda à "terra" e conseguiram estar presentes para alegria de todos.





A alegria e boa disposição reinou durante o nosso almoço, trocando petiscos, provando dos farnéis uns dos outros, enfim, comendo e convivendo.
















Entretanto, muitos amigos só chegaram mais tarde pois aproveitam para almoçar na Mealhada e foi durante a tarde que mais surpresas surgiram com os reencontros.




Todas as fotos deste magnífico domingo podem ser vistas clicando 

sábado, 22 de agosto de 2015

UM DIA EM AVEIRO

No dia 20 de Agosto, quinta-feira, fui passar o dia, em passeio, pelos canais da ria e também pela cidade.

Foi um dia muito agradável com viagens divertidas e em boa companhia num dia de sol magnífico e calor, muito calor !







O nosso passeio foi feito num barco "mercantel". 

O que é um barco mercantel ? Eis aqui a explicação:

O barco mercantel é uma embarcaçăo de carga ainda utilizada na Ria de Aveiro. Transporta areia, lama para as marinhas, junco e sal, recebendo, neste caso, a designaçăo de barco saleiro. Tem algumas semelhanças com o moliceiro, apresentando no entanto algumas diferenças essenciais.
Enquanto novo, é embreado a pez louro; posteriormente, pode ser pintado a azul ou a amarelo ou embreado a pez negro.
O mercantel distingue-se do barco moliceiro principalmente pelo maior tamanho, rondando os 18 m de comprimento e pela forma da proa, em curva năo forçada e rematando em bico, de maneira mais natural, năo tendo por isso a leveza das linhas do moliceiros. O mercantel tem um costado muito mais alto e conta com um duplo fundo.
Quanto ŕ decoraçăo, muito simples, acompanha a dos miranços, é uma embarcaçăo de pinturas mais sóbrias apenas ostentando signos insignificantes ŕ proa e ŕ ré
Como o nome indica, trata-se basicamente de um barco de transporte (carga e passageiros), com uma capacidade de carga a rondar as 12 toneladas, no escalăo maior, o saleiro (19,40 m de comprimento), carrega o sal; no menor, a bateira mercantel (14,40 m de comprimento) também se usa na pesca e, ao contrário do que sucede com os outros, além da vara e da vela, move-se a remos (dois).


Muita gente, quando passeia pela ria nestes passeios turísticos, se não lhes for explicado, não sabem distinguir os "mercantel" dos "moliceiros", por exemplo.



O que é um barco moliceiro? Eis aqui a explicação:

O moliceiro é o tipo de barco que se mantém mais puro nas suas características e actividades a que se destina: a apanha do moliço ou alternativamente do junco.
Com cerca de 15 metros de comprimento e medindo de boca 2,5 metros, distingue-se pelos seus costados muito baixos e pelas suas duas bicas, a proa e a popa, altas e recurvas; o seu fundo é chato e o calado baixo, permitindo navegar com pouca altura de água; é tradicionalmente construído em pinho e resiste a 12 anos de serviço.
É bem singular a disposição interior deste pequeno barco. O castelo da proa, inteiramente coberto e fechado com porta e chave, serve de câmara de tripulantes e de paiol de mantimentos. A cobrir as duas primeiras cavernas de água, há um estrato, ao mesmo nível do piso da câmara, que tem a função de lareira e onde os tripulantes preparam e comem as refeições. O castelo da ré é preenchido por um espaço em que se acondiciona o barril de água, as forcadas e as tamancas, e é coberto por uma tampa móvel, que serve de assento ao arrais.
O leme, de grandes proporções, ostenta, dos dois lados, a divisa colorida do construtor. Nas extremidades do costado, r proa e r ré, por ambos os bordos, encontram-se os painéis decorativos.
Os meios de propulsão do barco moliceiro são: a vela, a vara e a sirga. No primeiro caso, o mais vulgar, a vela é de formato trapezoidal, usualmente de lona, em média com 24 metros quadrados, içada num mastro com uma altura mais ou menos de 8 metros, assim alto para colher o vento, em todas as circunstâncias, que por vezes sopra, apenas, por cima de vegetações ribeirinhas. 
Eventualmente, usa-se, r proa, um outro pano mais pequeno, adaptado a um mastaréu.

Ao moliceiro, pelo elegante exotismo da sua proa espatulada e sobreerguida e da sua alegre decoração, chamam-lhe o ex-libris da Ria. Mas só os da Murtosa, os maiores (15 metros de comprimento) ostentam as pinturas mais garridas, incluíndo a glosa de termos brejeiros nos seus painéis de proa e popa; os de Mira, chamados Miranços (13,30 metros de comprimento) são mais sóbrios nos enquadramentos e apresentação dos painéis, por vezes tendo só motivos figurativos r proa; os de Salreu (9,30 metros de comprimento) por quedarem negros, tornam mais flagrante a semelhança que a todos une ao modelo de Ur, exposto no Museu Britânico.
O moliceiro substitui no elemento líquido o carro de bois na faina do moliço, carregando o moliço com os ancinhos armados, um a cada borda, tripulado por dois homens, que nele cozinham, comem e pernoitam, sob a protecção do coberto r proa.

Os barcos moliceiros parecem ter sido concebidos de propósito para navegarem silenciosamente nesta paisagem plana, de tal forma o seu bordo é baixo e mal se destaca do nível das águas. Até os gestos dos homens que os conduzem, firmando uma vara no ombro e empurrando-a contra o fundo baixo da ria, num movimento certo, ritmado, se coaduna com a serenidade dos horizontes extensos. E mesmo as cores vivas com que foram pintados, em rendilhados ingénuos e garridos, as suas popas e proas estão de acordo com a necessidade de contrastar com a uniformidade a perder de vista dos azuis e dos verdes.

Eu fotografei alguns desses dizeres brejeiros, acima referidos ...





E pronto, vou deixar para depois verem, pelas fotos, este dia bem passado e todos esses pormenores.

Aqui ficam algumas fotos engraçadas a caminho do almoço !





O almoço, depois dos passeios, foi no Fórum e as brincadeiras no jardim das oliveiras também ...





Para verem todas as fotos clicar AQUI